P04_Abstract – InviGPS_Anabela Morouço_Daniela Fonseca

Junho 25, 2008 por dnfonseca

 

 

Este trabalho tem como objectivo apresentar uma versão inovadora de um dispositivo para orientação de invisuais – InviGPS. Trata-se de um novo sistema que promete revolucionar a forma como os invisuais têm que enfrentar os desafios do quotidiano, podendo assim deslocar-se pela cidade com maior grau de confiança, mesmo em zonas desconhecidas (centros comerciais, lojas, serviços públicos) através de um GPS com sintetizador de voz e um auricular.

            Os dados enviados pelo GPS são cruzados com mapas geográficos com o objectivo de serem sintetizados por um sistema de voz, para depois poderem dar as indicações necessárias ao utilizador. Uma voz artificial dirá através do auricular “direita, esquerda” ou “encontra-se junto aos correios”, “encontra-se à esquerda da escola x”.

 

 

disciplina_modelo de paper

Junho 20, 2008 por curado57

p02 Ana Baptista Sarah Hillebrand

Junho 19, 2008 por curado57

Abstract – post-it reutilizável com interface para computador

Junho 19, 2008 por joana2008

O nosso projecto consiste num “objecto” com funções idênticas ao de um post-it, mas com a particularidade de também se ajustar à interface de um computador.

Com isto, temos como objectivo implicações ecológicas como também a inovação de mensagem, isto é, as mensagens habituais que deixamos nos já conhecidos post-it, de simples escrita, mensagens rápidas. Pretendemos inovar ao ponto da mensagem visual, paradas, com movimento, ou quem sabe até a três dimensões.

O principal material que pretendemos utilizar para a realização do nosso protótipo será o e-paper, também conhecido como papel digital.

O e-paper é um dispositivo electrónico semelhante a uma folha de papel, e que pode ser utilizado para ler textos carregados na sua memória. A ideia é que estes dispositivos se tornem baratos o suficiente para substituir livros, revistas e outros impressos, que poderíam ser comprados em formato digital.

Já existem várias tecnologias de e-paper. As duas que mais se destacam são a tecnologia de Gyricon, desenvolvida pela Xerox, 3M e a E-link, desenvolvida pela Lucant.

Na Gyricon a tela é formada por folhas de plástico contendo milhões de pequenas esferas, brancas de um lado, e pretas do outro, que podem ser giradas utilizando elctrecidade estática para formar uma imagem.

Na E-link são usados transistores e diodos emissores de luz. O princípio de funcionamento é semelhante aos dos monitores LCD, mas as telas são flexíveis e mais baratas. Existe também a possibilidade de criar telas coloridas.

A introdução de informação para o nosso protótipo seria a partir de uma entrada USB, igualmente utilizada nas pen drive (disco amovível). Sería do tipo de um dispositivo de armazenamento com conectividade USB, macho tipo A-interface com o computador, com capacidade variada entre 64Mb a 64Gb, com alimentação de bateria interna ou pilha necessária apenas para recursos adicionais.

Imagem 1- e-paper

 

Imagem 2 - pen drive

 

Bárbara Pinto e Joana Nabo

 

 

p12_Material de apoio

Junho 19, 2008 por pedrocandelaria

es_agendamento

Junho 15, 2008 por curado57

pp_Nielsen Anabela Morouço/Daniela Fonseca

Junho 14, 2008 por curado57

p07_Pulseira biótica

Junho 14, 2008 por costaricardo2008

Sentindo a necessidade de simplificar os serviços hospitalares a “Biotic” desenvolveu um projecto para uma pulseira biótica.

O objectivo do projecto tinha como bases libertar dos centros hospitalares, a quantidade de pacientes que por alguma razão precisam de estar a ser constantemente acompanhados, para análises frequentes ao seu estado de saúde desde que este se encontra-se estável.

Até esta data todos estas análises e acompanhamento era feito no hospital, necessitando o paciente de estar na unidade.

Uma vez que na maioria dos casos estes pacientes não precisam de intervenção urgente, o protótipo de uma pulseira biótica pessoal que envia-se os dados vitais da pessoa informaticamente, permitia simplificar ao serviço hospitalar e filtrar os casos urgentes daqueles em que basta um acompanhamento virtual.

A pulseira é um mecanismo electrónico, com um ecrã LCD onde são mostrados os sinais vitais, assim como alguma informação adicional sobre o estado de saúde da pessoa, um dispositivo wireless localizado na pulseira, irá enviar de tempos a tempos para o computador pessoal instalado em casa do paciente, a informação recolhida, este, posteriormente, enviará através de uma ligação à internet para o servidor do hospital a fim de serem processados e analisados.

Assim que os dados são processados, um filtro no software do servidor do hospital irá separar os casos mais urgentes dos mais simples e reencaminhará para os departamentos correspondentes.

p_19_Caneta inteligente

Junho 13, 2008 por tomevaz

                               

Este projecto tem como objectivo a criação de uma caneta inteligente que evite a ocorrência de erros ortográficos, cada vez mais comuns devido, sobretudo, a suportes de escrita como telemóveis e chat’s. Para tal nesta caneta esta introduzido um dicionário vocal e escrito previamente introduzidos na caneta. A caneta possui ainda memoria visual para permitir ao seu utilizador a sua caligrafia. O utilizador dita para a caneta a letra que pretende guardar e de seguida escreve-a, possibilitando assim a memorização da sua caligrafia do seu utilizador na caneta.

O modo de utilização desta caneta divide-se em várias etapas:

 

1-     Após activar o dicionário vocal, o utilizador ditará o que pretende escrever, ficando posteriormente gravado na memória da caneta.

2-     O utilizador passa para o papel a palavra/frase que terá ditado sendo activado automaticamente o dicionário escrito.

3-     Caso seja detectado algum erro durante o acto da escrita a caneta bloqueia automaticamente a passagem da tinta para o papel permitindo ao utilizador a sua correcção.

 

Ricardo Pina e Tomé Vaz, autores desta caneta, utilizaram como suporte de dicionário para esta caneta, o Dicionário de Língua Portuguesa Houaiss, um dos mais completos e conceituados dicionários desta língua.

 

 

 

                                                                                             Ricardo Pina e Tomé Vaz

P08 – Projecto Via Verde para hipermercado – abstract

Junho 13, 2008 por joaocrosilva

Introdução

Ao desenvolver um novo produto para o público-alvo, deve-se ter em conta diversos aspectos como o design, a sua utilidade em relação ao público e a sua usabilidade.

Segundo Marcelo Soares e Walter Correia “O principal preceito da usabilidade é que o produto seja fácil de usar (…) a usabilidade é uma característica incorporada nos produtos de consumo actualmente disponíveis no mercado, basta ver o quanto as pessoas têm dificuldades em manipular alguns produtos ou se acidentam neste manuseio”, ou seja, o design e a explicação da usabilidade de um certo produto, são características importantes para uma utilização e compreensão eficiente e com sucesso da parte do nosso público-alvo, sem dificuldades ou acidentes.

O nosso projecto consiste então num protótipo de um sistema de compras onde o cliente não precisará de tirar os produtos do carrinho de compras quando efectua compras num hiper/supermercado.

O Produto

Ao ter a ideia deste projecto, pensámos primeiramente o que poderia ser útil ao consumidor, e, de seguida, como é que o ser útil ao utilizador pode também ser facilmente usável.

O funcionamento do nosso protótipo consiste em ter um código de barras colado na embalagem de cada produto, e, esse código de barras tem um pequeno identificador desse mesmo produto. Quando detectado na saída no hipermercado, é reconhecido, e o cartão multibanco é também detectado, e assim procede-se ao débito do dinheiro a pagar pelo consumo, sem ter necessariamente que parar na caixa de pagamento.

A Usabilidade

Para André de Almeida, “A usabilidade refere-se à capacidade de um produto de ser compreendido, aprendido, utilizado e ser atractivo para o utilizador, em condições específicas de utilização.“. No desenvolvimento do nosso produto, tivemos em atenção a questão se o mesmo era de fácil utilização ou não, pois de nada serve criar o melhor dispositivo a nível de tecnologia se ninguém consegue utilizá-lo, pela sua grande dificuldade. Procura-se sobretudo, que seja fácil de aprender, útil e rápida para o utilizador, de modo a haver uma finalidade de tarefa satisfatória, simples e em curto tempo, pois, segundo Almeida: “A usabilidade é a combinação das seguintes características orientadas ao usuário: facilidade de aprendizagem, alta velocidade na execução de tarefas, baixa taxa de erros, subjectiva satisfação e retenção do usuário com o tempo, ou seja, facilidade de lembrar como realizar uma tarefa após algum tempo.”.

Prós e Contras

Devido à facilidade de utilização do nosso produto, as pessoas terão uma rápida adaptação ao objectivo do nosso produto, e assim, fará as suas compras de uma forma mais rápida, sem perder tempo em filas para pagamento.

Um dos grandes contras deste produto é que acidentalmente as pessoas podem colocar algo que não queiram comprar, e, sem reparar, pagam esse produto. Outro contra é se por algum motivo o dispositivo se avariar, o consumidor não paga esse artigo.